Ultimate King Dymons
Primeiro dia
Decimo primeiro dia na "Ilha Biscond". Batizada assim pela jovem Jasmin Biscond, aquela que relata.
Pescando na praia dessa ilha, sentada na areia nesse sol caloroso, queimando a pele da Jasmin Biscond, mensageira essa que deveria esta correndo em direção a residência de Manuel da Rocha, um dos grandes magos de Castela Nova, para entregar uma mensagem.
Uma mensagem de extrema importância que poderia evitar uma catástrofe futura, Dymons, mago esse que detinha um poder monstruoso, era respeitado como um dos grandes magos também até um incidente com monstros e demônios.
Enquanto repousa na duna de areia da praia sentiu a vara balançar, parece que fisgou um peixe grande afinal, Jasmin rapidamente se levanta puxando a vara com força e logo, na primeira fisgada, o peixe veio. Não era os maiores que já havia pescado, mas dava pelo almoço de hoje.
Pela posição do sol podia-se saber que era perto do meio dia, voltando para cabana a frente da praia, espetou o peixe e colocou na fogueira perto da cabana. Pegou carne de coelho que já estava quase queimando na fogueira para saciar sua fome.
- Obrigado Deus - dizia Jasmin, rezando - por mais uma refeição bem aproveitada, por cada dia mais brilhoso e por ainda estar viva hoje para te agradecer esse almoço saboroso. Amém.
Após sua reze, come coelho assado. Estava saboroso, não que se importasse com o gosto no momento, mas lembrava da comida que uma cozinheira, sua amiga Jordana Martins, fazia. deliciosos patos assados, carne defumada e uma salada como ninguém.
- "Jordana, você é a melhor" - Disse Jasmin, com comida na boca.
- "Não coma de boca cheia enquanto fala Jasmin, isso é feio" - Jordana alerta Jasmin.
- "Desculpe" - dizia com uma cara triste com dedo abaixo do olho, demonstrando que estava arrependida.
Almoçava quietamente hoje, junto com o espírito de sua amiga ao lado para acompanhá-la.
Hoje era o dia que finalmente iria sair dessa ilha, que ela mesmo nomeou com seu sobrenome Biscond, um ato normal para quem "encontrou" uma nova terra naquela época.
Juntou o que precisava nas trouxas, comida, folhas medicinais e alguns materiais a mais, caso necessite. Água em barris para armazenamento e outros barris com vinhos, tendo o total de 8 barris de, aproximadamente, dez litros e meio, e doze de vinho. Usando três jangadas para a viagem, sabia que poderia ser questão de tempo ate algum animal marinho vier e danificar m deles, sem contar as águas furiosas do mar, então, para prevenir isso usou uma idéia de uma das anotações que encontrou na cabana.
Basicamente, mar seria que nem a magia de água sem o canal do código mágico, ou seja, sem cajado. Usando o conceito de receptor para emitir a mensagem de mana do ambiente, assim disparando magia d'água. O mesmo pode ser usado em águas naturais, tanto dos mares, lagos, lama, rios e cachoeiras. Só que, como a mana fica livre, dificilmente alguém conseguiria fazê-la.
Jasmin já havia tentado fazer isso, usando como referencia algumas anotações que descobriu na cabana, a explorando quando logo, no primeiro dia, "acordou" nela. Mas não conseguia fazer nada além de não deixar a água parada, como se uma leve brisa passa-se pelas águas do mar.
Então passou o resto desse dia pescando, talvez estivesse negligenciando algo que deveria estar correndo para entregar de imediato, mas toda vez que pensava sobre isso, uma forte dor de cabeça vinha para desconfortá-la.
Então, nesse dia, não pensou muito sobre.
- Não se preocupe Manuel, - dizia Jasmin - vou chegar em você em Lismalé para te dar o que precisa - olhava o horizonte em sua frente, orgulhosa - Para deter Dymons de uma vez.
Convicta com seu objetivo posto em sua mente quando recuperou suas lembranças, voltou-se a zarpar da ilha.

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