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16 de setembro de 2017

Capitulo 2

Ultimate King Dymons

Segundo dia


Segundo dia na "ilha". Jasmin Biscond fora da cabana.


Jasmin Biscond fora da cabana, preferindo ir na floresta para explora-la, tendo um mapa dessa "ilha" como guia. Se não soubesse como usar um mapa, bussola e não ter acordada cedo para saber onde o sol nascer, não saberia se localizar geograficamente.

Enquanto caminhava, notou vida selvagens pela sua exploração, na qual já saberia quais seriam devido a anotações que encontrou na cabana, junto com o mapa e bussola, no outro dia. Pássaros, veados, babuínos, sapos, coelhos, cobras, etc.

Se depara com um lago claro, limpo e que ela podia se sentir agradável só por estar por perto, era um achado e tanto. Poderia fazer uma rapidinha ali enquanto, ao redor, não notava nenhum sinal de vida.

Com isso em mente, Jasmin despia-se para relaxar nessa 'fonte da juventude' que ela tanto queria a algum tempo passar com sua amiga.

Deixando as roupas em cima de um galho, mapa e bussola em lugares seguros na qual não seriam pegos pela vida selvagem ou outros seres dessa "ilha", mesmo não tendo visto ninguém semelhante a ela, era precavida de toda forma.

— "Melhor se precaver do que remediar" dizia Raphael. É um bom ditado mesmo.

Raphael seria um pastor que passava na cidade de Lismale algumas vezes oferecendo suas saborosas maças para quem quisesse comprar e suas bençãos para quem quisesse se curar de doenças. É um bom homem que já havia perdido sua esposa e seus dois filhos, já estava indo para a terceira idade com cabelos grisalhos.

medindo a profundidade do lago com seu pé, na ponta do lago, percebeu que era razoavelmente fundo, o suficiente para ficar da cintura para baixo molhado se ficasse de pé.

relaxando o corpo tenso de tanta caminhada para chegar aqui nesse lago que natureza providenciou, aproveitando a agradável temperatura perfeitamente sentida por sua pele, sentindo assim o relaxar mais adocicado que ja recebeu depois do primeiro banho na casa de Manuel. Que, no minimo, é algo que levará sempre consiga.

Aproveitando o clima e o tempo, junta as mãos para uma breve reza.

— Obrigado Deus, por me oferecer um lago para relaxar, por mais um dia de sua misericórdia por mim. Desejo que todos estejam bem, vivendo felizes com saúde e... - algo vinha para lhe trazer leves pesares de tristeza - ...se o senhor permitir, que eu me encontre novamente com eles.

Terminando sua prece, ela se retirou do lago revigorada. Pensando bem, não seria isso que chamam de fonte termal? não. Talvez seja só um equivoco.

Não tinha com o que secar, então esperou um pouco para ficar 'seca' e então pegar suas roupas e guia exploração para assim seguir com tal.

Estava ficando com fome, podia-se ver que passou do meio dia e nem comeu algo de manhã a não ser algumas plantas na cabana.

Não havia se preparado para caçar, por isso trouxe essas mesmas plantas comestiveis caso sentisse fome.

— Obrigado Deus por mais uma boa refeição do dia.

Mas mesmo comendo-as não se sentia totalmente satisfeita, além de que o estoque de comida esta prestes a ceder, claramente precisava de algo para caçar os animais selvagens que havia.

Começando por um coelho ou veado? É mais sensato fazer a arma de caça antes disso.

Pegando alguns galhos, gravetos, folhas e lascas de árvore, pensa em fazer algo. Mas sua mente não consegue por de que forma isso se tornaria algum tipo de arma para se alimentar já que nunca havia feito algo assim antes. Só veio a ideia por conta das anotações, se não nem os teria.

Anotações, isso! lembrada agora, poderia jurar que leu um título peculiar, algo relacionado a Magia que não era tão familiarizada assim.

Mas não ia ajudar muito nessa situação, se recordou por ser algo que ela gostaria de estudar depois, pelo o que parece, terá que voltar. Já andou bastante na floresta coletando recursos para tanto as armas de caça quanto para canoa que ela pensa em construir. De alguma forma.

Ja estando quase anoitecendo, nenhum imprevisto nesse dia que andou por dentro da floresta corajosamente com ajuda das anotações dos animais que havia. Mesmo não tendo encontrado nenhum por hoje.

Guardando o mapa e bussola na cabana, Jasmin pega uma vara de pesca que havia dentro decidindo pescar a noite, fazendo uma fogueira ao seu lado na praia dessa ilha.

— Espero que estejam bem.

Olhando o céu estrelado enquanto fala para si mesma essas palavras.

— Não se preocupem, vamos impedir Dymons custe o que custar. "Uma promessa feita, é uma promessa cumprida", nunca esquecerei das suas palavras Jordana.

Fisgou um peixe e parece um forte até, segurando com força a vara o puxou e, por consequência, o peixe veio. Era um peixe mediano, na qual ela nunca viu antes.

— anotação mental: "estudar mais as anotações da cabana" - colocando dois dedos na têmpora, parecendo algum tipo de habito único da Jasmin Biscond - Sim, agora não esqueço.

com a noite passando e fogueira com brasa nessa linda noite, escutava o som dos animais selvagens. Corujas cantavam a noite dando uma leve impressão de que alguém assoviava de fundo. Foi nessas que existia ladrãozinhos nessa ilha.

Ladrãozinho de mascara, vale a ressaltar, esses animais gostam de roubar comida dos outros. Guaxinins poderiam ser um probleminha na hora de pescar algo, mas nada como carne de guaxinim para o jantar.

Capitulo 1

Ultimate King Dymons

Primeiro dia


Decimo primeiro dia na "Ilha Biscond". Batizada assim pela jovem Jasmin Biscond, aquela que relata.

Pescando na praia dessa ilha, sentada na areia nesse sol caloroso, queimando a pele da Jasmin Biscond, mensageira essa que deveria esta correndo em direção a residência de Manuel da Rocha, um dos grandes magos de Castela Nova, para entregar uma mensagem.

Uma mensagem de extrema importância que poderia evitar uma catástrofe futura, Dymons, mago esse que detinha um poder monstruoso, era respeitado como um dos grandes magos também até um incidente com monstros e demônios.

Enquanto repousa na duna de areia da praia sentiu a vara balançar, parece que fisgou um peixe grande afinal, Jasmin rapidamente se levanta puxando a vara com força e logo, na primeira fisgada, o peixe veio. Não era os maiores que já havia pescado, mas dava pelo almoço de hoje.

Pela posição do sol podia-se saber que era perto do meio dia, voltando para cabana a frente da praia, espetou o peixe e colocou na fogueira perto da cabana. Pegou carne de coelho que já estava quase queimando na fogueira para saciar sua fome.

- Obrigado Deus - dizia Jasmin, rezando - por mais uma refeição bem aproveitada, por cada dia mais brilhoso e por ainda estar viva hoje para te agradecer esse almoço saboroso. Amém.

Após sua reze, come coelho assado. Estava saboroso, não que se importasse com o gosto no momento, mas lembrava da comida que uma cozinheira, sua amiga Jordana Martins, fazia. deliciosos patos assados, carne defumada e uma salada como ninguém.

- "Jordana, você é a melhor" - Disse Jasmin, com comida na boca.

- "Não coma de boca cheia enquanto fala Jasmin, isso é feio" - Jordana alerta Jasmin.

- "Desculpe" - dizia com uma cara triste com dedo abaixo do olho, demonstrando que estava arrependida.

Almoçava quietamente hoje, junto com o espírito de sua amiga ao lado para acompanhá-la.
Hoje era o dia que finalmente iria sair dessa ilha, que ela mesmo nomeou com seu sobrenome Biscond, um ato normal para quem "encontrou" uma nova terra naquela época.

Juntou o que precisava nas trouxas, comida, folhas medicinais e alguns materiais a mais, caso necessite. Água em barris para armazenamento e outros barris com vinhos, tendo o total de 8 barris de, aproximadamente, dez litros e meio, e doze de vinho. Usando três jangadas para a viagem, sabia que poderia ser questão de tempo ate algum animal marinho vier e danificar m deles, sem contar as águas furiosas do mar, então, para prevenir isso usou uma idéia de uma das anotações que encontrou na cabana.

Basicamente, mar seria que nem a magia de água sem o canal do código mágico, ou seja, sem cajado. Usando o conceito de receptor para emitir a mensagem de mana do ambiente, assim disparando magia d'água. O mesmo pode ser usado em águas naturais, tanto dos mares, lagos, lama, rios e cachoeiras. Só que, como a mana fica livre, dificilmente alguém conseguiria fazê-la.

Jasmin já havia tentado fazer isso, usando como referencia algumas anotações que descobriu na cabana, a explorando quando logo, no primeiro dia, "acordou" nela. Mas não conseguia fazer nada além de não deixar a água parada, como se uma leve brisa passa-se pelas águas do mar.

Então passou o resto desse dia pescando, talvez estivesse negligenciando algo que deveria estar correndo para entregar de imediato, mas toda vez que pensava sobre isso, uma forte dor de cabeça vinha para desconfortá-la.

Então, nesse dia, não pensou muito sobre.

- Não se preocupe Manuel, - dizia Jasmin - vou chegar em você em Lismalé para te dar o que precisa - olhava o horizonte em sua frente, orgulhosa - Para deter Dymons de uma vez.

 Convicta com seu objetivo posto em sua mente quando recuperou suas lembranças, voltou-se a zarpar da ilha.

Ultimate King Dymons




Ultimate King Dymons

Em Lismalé, temia-se que o mago Dymons Purple Cray através de seu enorme poder sem comparação poderia ser uma ameaça futura, talvez breve, que ameaça-se os cidadãos de Lismalé e de outras cidades. O poder dele era conhecido por usar forças desconhecidas, na qual fez até mesmo um Demon King ser derrotado.



Uma mensageira, a fim de entregar uma carta que contava uma forma de conter Dymons, corria para a residencia de Manuel da Rocha, um dos grandes sete magos do país Castelo Nova, quando, em um dos becos de Lismalé, foi brutalmente assassinada. A última coisa que Jasmin Biscond podia ver enquanto sua vida se esvaia era um selo no assassino que se tornava vermelho até sua vista escurecer. Ao retomar a visão viu-se em uma catedral, onde ao sair dela se depara com um ambiente novo, criaturas desconhecidas e sem sinal de seres vivos em volta da catedral.




Jasmin Biscond terá que sobreviver e encontrar alguma forma nessa "ilha" e voltar a Lismalé, para assim entregar ao Manuel da Rocha uma forma de conter Dymons Purple Cray antes que ele tenha vontade de destruir tudo e todos.